Mais uma...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Deeuuuus!!!! Pé no freio Amigo, que assim num agüento não! É muita emoção.

(Da série minha vida é uma comédia)

Um pouco de poesia.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

"Tinha suspirado. Tinha beijado o papel devotamente. Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades. E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas. Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido. Sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase. E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações"
(Composição: Carlinhos Brown e Marisa Monte)

A inveja.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Daquele olhar. Não sei precisar com que freqüência e intensidade um homem se apaixona. E particularmente, não acho fácil reconhecer um homem apaixonado. A única coisa que denuncia a paixão num homem é o olhar. Um homem apaixonado tem um jeito de olhar pra o objeto de sua paixão, que, de verdade, arrepia. E mata de inveja, todas as pobres mortais. É um olhar meio embriagado, ao mesmo tempo doce e cheio de desejo. Como se o tempo estivesse passando em slow motion, só pra permitir que ele viva aquele momento. As pessoas em volta não passam de meros figurantes. Tudo pára pra que ele perceba e absorva todos os movimentos daquela que lhe tem nas mãos. E quando ele não suporta mais ver, ele fecha os olhos de um jeito lento. E caminha e dança. Como se flutuasse.
(da série "pecados capitais")

E não nos deixeis cair em tentação...

É o seguinte Senhor: Tá certo que Você manda a tentação de acordo com a capacidade que nós temos de resistir a ela. Então vamos brincar direitinho: Ou diminui a tentação, ou aumenta a capacidade de resistência. Do jeito que tá, fica muito difícil!

(da série minha vida é uma comédia)

O feriado do dia 15 de setembro

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Feriado na cidade. Já é aniversário. Se fosse carregar o nome da santa do dia, me chamaria Das Dores. Pai, obrigada por escolher meu nome. Nada contra a santa, mas vai que o nome atrai?! Melhor não. Mais de duas décadas e meia de vida. Falando assim, soa mais importante. Só eu, Audrey e Frajola aqui no quarto. Ela sempre segurando um cigarro, ainda morre de câncer no pulmão, me olhando com seus olhos redondos, como quem diz: E aí garota? O que é que vai ser? Por que é que tu tá nessa? Não, definitvamente, ela nunca falaria assim. O gatinho sempre me ofertando uma rosa. Adoro o jeito como ele me olha. Chico tá cantando. Chico é bom. Mas hoje eu preferia Vinícius. Seria um bom presente, aquele CD que eu nunca consigo encontrar. Tudo normal. Tudo igual. Não. Os anos acumulados ainda não incomodam, o que conta é a experiência adquirida. Ainda mais se a vida continuar no ritmo que vai. A velhice vai ser cheia de histórias pra contar. Confesso, isso sim, incomoda um pouco, não a velhice, mas o fato de não saber pra quem vou contar essas histórias. Sem ligação a meia-noite, sem buquê de rosas vermelhas, sem uma faixa amarela bordada com o nome dela, pendurada na entrada da favela, sem declarações de amor eterno, sem serenata na janela, nem ao menos uma telemensagem do Disk-Emoções. Tudo bem. Seria esperar demais. Em um ano tanta coisa aconteceu. Em um ano conheci tantas pessoas, tantos lugares. Não tenho de que reclamar. Nessa minha vida cigana, vou pelo mundo, mas tenho um porto seguro, esperando a cada retorno. Pai e mãe, ouro de mina. Irmãos, que são por mim até debaixo d'água. Amigos, irmãos a quem escolhi, que preenchem minha vida, me dão a cereja do sorvete e me fazem sorrir. Em um ano vivi tanta coisa. Teve o fim, teve o recomeço. Perdas e ganhos. Teve assalto, vão-se os anéis, ficam os dedos. Teve um teto caindo, mas não foi na minha cabeça. I still alive. Em um ano virei a tia de Lívia. Em um ano me apaixonei intensamente, tantas vezes, por mim, pela vida, pelos outros. Os sentimentos, docemente confusos, sempre. O sorriso, continua fácil. Sempre gostei de aniversário. Me faz pensar sobre tudo o que vivi, sobre tudo o que quero viver. E tem tanta coisa que ainda quero viver. Meu medo é que não caiba tudo numa vida só. No feriado do dia 15 de setembro fiquei feliz com ligações que esperava. Esperei ligações que não foram feitas. E fui agradavelmente surpreendida por ligações de quem não esperava. Teve bolo, com direito a "parabéns pra você". Teve a velha e boa filosofia de boteco (essa não poderia faltar, mesmo com o time desfalcado). Acordei e fui dormir com os “eu te amo” mais sinceros que poderia ouvir. Em meio a todos os votos de felicidade, paz, saúde, dinheiro, amor, juízo, uma pós-graduação, um emprego melhor, um marido bonito, bom e rico, e todas aquelas coisas que todo mundo deseja no aniversário, de uma forma ou de outra, me vi cercada daqueles para quem, de um certo modo, eu sou prioridade. O que mais posso dizer, se não: Obrigada Deus! E Livrai-me de todo mal! Então, tá tudo certo. Para o próximo ano, é como diz o poeta: todo amor que houver nessa vida e algum trocado pra dar garantia. Amém!

Aquele da balada.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Não homens, eu já passei dos 18 anos, eu não tenho namorado. Por que? Boa pergunta. Advinha. Se eu quisesse um filho, teria um do meu próprio ventre, também não quero um pai, até porque já tenho um que me basta. Eu não quero casar amanhã, eu não vou te dar meu telefone, nem quero o seu. Simplesmente porque não vou ligar, nem vou atender se você me ligar. Entenda. Nada pessoal, é só que hoje eu tô cansada de beijos e mentes vazias . A vibe? Claro que eu tô nela. Mas é uma vibe só minha. Hoje eu só quero dançar, fechar os olhos, seguir o ritmo. E rir à toa. Beijo por beijo a gente encontra em toda esquina. Mas por hora, só os beijos reais me interessam.
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